Quem é você, Cami?

Sou a Camila. Trabalho unindo desenvolvimento humano, saúde mental, criatividade e arte de um jeito pouco encaixotável mesmo. Eu entendi que o que adoece o ser humano não é a dor em si, mas sim o excesso de vida sem espaço pra existir.

Com base na psicanálise, psicotraumatologia, neurociência e arteterapia, desenvolvo atendimentos individuais, Labs Criativos que atravessam escrita, corpo, emoção e criação artística como caminhos de elaboração emocional e reconexão subjetiva.

A ex-pressão, no meu trabalho, tem esse duplo sentido que amo: colocar pra fora o que ficou preso… e despertar o corpo pra vida outra vez.

O meu trabalho não nasce de fórmulas prontas ou discursos engessados, pois a investigação humana é subjetiva e demanda sensibilidade pra ser trabalhada. Sou investigadora do corpo que guarda histórias. Da criatividade como linguagem psíquica. Da arte como travessia. Da coragem de olhar para si sem precisar se encaixar em performances de perfeição.

Questiono o automatismo, a performance, os papéis herdados.

Questiono o feminino que adoece tentando caber.

Questiono a ideia de que precisamos ser consertadas para então viver.

Cami Pereira

Sou artista e minha arte caminha lado a lado com minha missão.

As mandalas que crio não são apenas pinturas - são mandalas pictopsicografadas. Cada uma nasce do campo sutil da pessoa para quem ela é destinada. Ao me conectar com essa energia, recebo impressões, símbolos, cores, mensagens, e às vezes até ancestrais e guias espirituais se apresentam. É um processo artístico, terapêutico e energético. É alma pintando alma!

Acredito que expressão é um ato de consciência e que quando uma mulher revisita sua história, escolhe novas palavras e ocupa sua voz, algo se reorganiza: dentro e fora.

Escrevo, falo, conduzo e crio espaços a partir desse lugar: onde a verdade não precisa ser bonita, basta ser inteira.

Reconheço minha missão como ser Guia para pontes:

Entre mulheres e suas histórias.

Entre dor e potência.

Entre caos e beleza.

Entre o que fomos, o que somos, e o que ainda podemos ser.

Se você se reconhece nas perguntas mais do que nas respostas, provavelmente estamos caminhando na mesma direção.